A retomada do mercado imobiliário em 2018

 

Em 2014, o Brasil iniciou um período de crise financeira e política que, infelizmente, atingiria vários setores por um longo período. O PIB (Produto Interno Bruto) recuou e a taxa de desemprego aumentou, causando tensões na economia brasileira. Contudo, após três anos de quedas, em junho de 2017, o PIB voltou a subir, dando esperanças ao país de sair da recessão e fazendo com que alguns setores voltassem a respirar aliviados, dentre eles, o mercado imobiliário.

em 2018, o brasil volta a crescer

A previsão do Ministério da Fazenda e da ONU para o crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil, em 2018, gira em torno de 3% (o maior aumento desde 2014), reafirmando as expectativas de crescimento para o país. A continuação do crescimento visto em 2017 aquece o mercado imobiliário, que fechou o ano passado com resultados positivos.

expectativas para o mercado imobiliário

Segundo matéria publicada pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), em 2018 o mercado imobiliário volta a crescer, tendo na região Sudeste a principal responsável pelos resultados.
Nas palavras de José Carlos Martins, presidente da organização:

“Prevemos que 2018 será um bom ano. 2017 mostrou que o setor começou a se recuperar. Podemos dizer que foi o ano da virada, já que 2015 e 16 foram os piores anos nos últimos 15 anos. Estamos otimistas em relação a 2018, apesar de sabermos que o país ainda não resolveu problemas estruturais, como a reforma da Previdência. Mas mesmo assim, acreditamos num crescimento em torno de 10%.”

o que influencia a retomada do setor imobiliário

Diversos periódicos vêm noticiando alguns fatores que são responsáveis pelo crescimento do mercado imobiliário e pelas previsões otimistas. Dentre eles:

  • Diminuição da taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia), o que aumenta o crédito imobiliário;
  • Mudança nas regras do Minha Casa, Minha Vida, elevando a renda familiar máxima para R$9 mil e, consequentemente, aumentando o número de pessoas que podem ser beneficiadas por esse programa;
  • Maior poder de compra por parte do consumidor como resultado da queda da inflação e das taxas de juros.

A dica é para que o consumidor aproveite o momento e fique de olho nas oportunidades oferecidas por bancos e financiadoras.

Um abraço da equipe Roca e até mais!

 

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